Notícias

EA fecha a BioWare e cancela o próximo Mass Effect

Estúdio de Mass Effect e Dragon Age encerra as atividades dois meses depois de a EA concluir sua venda ao fundo saudita PIF. Cerca de 400 vagas serão cortadas na empresa.

Arte do Impera Games: BioWare fecha as portas
Arte: Impera Games

A Electronic Arts confirmou nesta quarta-feira (21) que vai fechar a BioWare, estúdio canadense responsável por Mass Effect, Dragon Age e Star Wars: Knights of the Old Republic. Com isso, o desenvolvimento do próximo Mass Effect, que ainda estava em fase inicial, foi encerrado.

A notícia foi dada pela própria BioWare nas redes sociais. "Não há nada de fácil em escrever essas palavras", disse o estúdio, que agradeceu à equipe e aos fãs.

Cortes na EA

Segundo a Bloomberg, uma carta interna da EA prevê o corte de cerca de 400 vagas, perto de 3% dos funcionários da empresa. Cerca de 50 dessas vagas são da BioWare.

O anúncio vem dois meses depois de a EA concluir sua venda, de US$ 55 bilhões, a um grupo liderado pelo PIF, o fundo soberano da Arábia Saudita. A compra foi financiada em parte com dívida: cerca de US$ 18 bilhões, com juros de aproximadamente US$ 1,8 bilhão por ano. A EA já tinha dito a investidores que pretende cortar US$ 700 milhões em custos anuais.

O fim de um estúdio histórico

Fundada em 1995 e comprada pela EA em 2007, a BioWare vinha encolhendo desde o lançamento de Dragon Age: The Veilguard, em 2024, que teve críticas em sua maioria positivas. O novo Mass Effect tinha sido anunciado em 2020.

A EA diz que segue investindo em seus jogos de esporte, Apex Legends, Battlefield, no próximo Star Wars Jedi e em Marvel's Iron Man.

Fonte: VGC e Bloomberg.

Mais lidas da semana

  1. ReviewCastlevania: Belmont's Curse é uma volta digna ao castelo
  2. ReviewOcarina of Time continua sendo a régua dos jogos de aventura
  3. NotíciaEA confirma a volta de Fight Night, 15 anos depois do último jogo
  4. NotíciaPré-venda de GTA 6 está 148% à frente de Modern Warfare 2, aponta Sensor Tower
  5. NotíciaPróximo Xbox pode custar até US$ 1.800, diz reportagem da Fortune

Leia também